Acervo histórico

Análise de

El error judicial en el uso de la prisión preventiva: Personas en prisión que nunca llegan a ser condenadas

Nuria Sánchez et al.
Revista Iberoamericana De Psicología Y Salud, 2017.
DOI: — sem registro —

Grade de análise

A obra atravessada pela grade AnCo

Treze campos derivados da metodologia do grupo. Campos sem registro nesta análise podem ser preenchidos por novas análises do mesmo artigo.

Pertinência

Não pertinente para o campo da Análise Cognitiva.

Define o conceito

Não

Objeto

A aplicação da prisão preventiva e a ocorrência de erro judicial (pessoas absolvidas após a prisão).

Objetivo

Analisar a possível presença de vieses ou heurísticos judiciais na tomada de decisões de prisão preventiva.

Foco

Decisão Judicial, Vieses Cognitivos e Prisão Preventiva.

Metodologia

Análise Sistemática de Sentenças (70 indenizatórias e 136 condenatórias).

Epistemologia
Teórica/Conceitual
Teoria
Análise Cognitiva de Políticas Públicas
Aspectos relevantes

— sem registro —

Referenciais

— sem registro —

Resultados

Não houve diferenças em sexo, idade ou nacionalidade; Delitos graves (homicídio) foram mais frequentes em inocentes indenizados.

Contexto de produção

— sem registro —

Observações

— sem registro —

Como citar esta análise

ABNT

ANCO, E.. *Análise cognitiva: El error judicial en el uso de la prisión preventiva: Personas en prisión que nunca llegan a ser condenadas*. AnCo: Plataforma de Análise Cognitiva, 2026. Disponível em: https://anco.ufba.br/analise/2015/. Acesso em: 21 jul. 2026.

APA

AnCo, E. (2026). Análise cognitiva: El error judicial en el uso de la prisión preventiva: Personas en prisión que nunca llegan a ser condenadas. AnCo. https://anco.ufba.br/analise/2015/